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sábado, 10 de dezembro de 2016

'Perversa, reforma da Previdência ignora desigualdades sociais', diz Eduardo Fagnani

Para professor da Unicamp, reformar o sistema previdenciário para aperfeiçoá-lo, como se faz em outros países, é "aceitável": "Mas não para destruí-lo, como pretende equipe de Temer"
por Cida de Oliveira, da RBA publicado 23/08/2016 11:39, última modificação 23/08/2016 14:13
ARQUIVO/ABR
aposentadoria rural reforma previdência.jpg
Reforma da Previdência vai aprofundar pobreza no campo e acentuar as desigualdades sociais no país
São Paulo – A reforma da Previdência que está sendo desenhada pela equipe econômica do governo interino de Michel Temer (PMDB) foi duramente criticada na tarde do dia (22/11),  no primeiro dia do "4º Congresso Internacional de Ciências do Trabalho, Meio Ambiente, Direito e Saúde: acidentes, adoecimentos e sofrimentos do mundo do trabalho", na Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, na capital paulista. Realizado pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), o evento aconteceu até a sexta-feira (26/11).
Professor do Instituto de Economia e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho da Unicamp, Eduardo Fagnani atacou a política macroeconômica do governo interino de Michel Temer (PMDB-SP), que ele chama de "impeachment do processo civilizatório", pautada na austeridade fracassada na Europa, com redução de direitos sociais e trabalhistas e privatização das poucas empresas públicas que sobraram. "Uma receita que o próprio FMI condena por não reduzir as desigualdades. Não dá para aceitar a tese ou consenso de que sem acabar com a Constituição não se faz ajuste", disse.
De acordo com Fagnani, as desigualdades sociais forjadas pelos 300 anos de escravidão, pelo atraso de anos de democracia interrompida e agravadas pela reforma neoliberal de FHC, que atacou a Constituição, tornam o projeto de reforma previdenciária de Temer ainda mais perverso, injusto e cheio de distorções.
"Querem que todo mundo se aposente com mais de 65 anos de idade, com mais de 35 anos de contribuição, o que não existe em nenhum lugar do mundo. Não dá para ter o mesmo padrão de países feito a Dinamarca, onde as condições de vida são muito melhores para toda a população, que vive em média 8 anos a mais que os brasileiros. No Brasil, a maioria da população começa a trabalhar cedo, sem estudo, para ajudar a família, em empregos de baixa qualidade. Não tem as mesmas condições de vida e de saúde da classe média, que ingressa mais tarde no mercado de trabalho, em postos mais elevados, com melhores salários", disse.
O professor da Unicamp criticou também a proposta do governo interino de acabar com as regras diferenciadas para os trabalhadores rurais e urbanos e com a correção com base na variação do salário mínimo. "A maior parte da pobreza do país está na zona rural do nordeste brasileiro, onde há cinco estados que a população vive em média 69 anos. É grande a desigualdade. Como podemos aceitar? É verdade que em alguns anos a maior parcela da população será idosa, mas não podemos aceitar o fatalismo demográfico. Existem alternativas para viabilizar aposentadorias. Com tantos ataques (pelo governo Temer), o Brasil tende a retroceder 100 anos, indo para uma época anterior à da criação da CLT." Consolidação das leis trabalhistas.
No seu entender, a Previdência carece de aperfeiçoamento, como buscam as reformas previdenciárias em outros países. "É normal que se faça reforma da Previdência, com mudanças para aperfeiçoamento, mas não uma reforma como pretende o governo Temer, que destrua o sistema que representa proteção para pelo menos 160 milhões de pessoas. O que está em disputa aqui é capturar um orçamento que corresponde a 8% do PIB", destacou.
Ele mencionou alternativas como a criação de um fundo a partir de recursos do petróleo, como foi feito na Noruega, e ressaltou a necessidade de reforma tributária com o fim de isenções fiscais e o combate à sonegação de impostos. "No Brasil são mais de 60 setores isentos de contribuição, como igrejas e clubes, o que representa 25% de tudo que a União recebe. Em termos de sonegação de impostos, só perdemos para a Rússia", afirmou, lembrando distorções tributárias que cobram imposto de renda sobre o salário dos trabalhadores mas isentam proprietários de iates  –, bem como o combate à sonegação.
Fagnani participou de debate mediado pelo jornalista Luís Nassif, que discutiu ameaças à seguridade social. A mesa contou com a presença do advogado especialista em previdência e assessor sindical Antonio José Arruda Rebouças.
Sem desprezar a desigualdade de forças na disputa que envolve a reforma previdenciária, Rebouças destacou que a desvantagem dos trabalhadores deve ser enfrentada com maior presença dos sindicatos. "Ao contrário dos patrões, os sindicatos não vão às cortes supremas da Justiça e nem à imprensa. É preciso ir às ruas, às redes sociais e denunciar à população. Sem informação, a população não vai ter consciência dos fatos", disse.
O advogado destacou ainda ataques já em curso na Previdência, como o cada vez mais comum cancelamento de benefícios para trabalhadores.

Dirigentes de escolas de samba querem de Guerreiro garantia de verba para o carnaval de rua

Eles querem a garantia de que o prefeito eleito Ângelo Guerreiro cumpra o que está previsto no Orçamento para a Cultura




fotos: Hojemais
Inozemar (X-15), João Cordeiro (Acadêmicos), Ivone (X-15), José Neto (Unidos da Vila), Rodney Biscaia (Estação Primeira) e Anésio (X-15) (Foto: Divulgação)
Na quinta-feira (24/11) representantes das quatro escolas de sambas de Três Lagoas se reuniram para discutir sobre a realização do Carnaval 2017. A reunião aconteceu na residencia do carnavalesco João Lúcio Cordeiro, presidente da Acadêmicos Unidos de Três Lagoas e teve uma pauta unificada: garantia de cumprimento do Orçamento da Cultura do município para as escolas e a realização do Carnalegria, que é a festa aberta para a população.

Estiveram presentes representantes da Acadêmicos Unidos de Três Lagoas, da X-15 de Vila Piloto, da Estação Primeira de Três Lagoas e da novata Unidos da Vila Alegre.

Em relação ao orçamento, foram discutidos sobre o repasse de recursos financeiros às escolas para a realização do Carnaval de rua 2017, acrescido de 10 para a escola campeã. Para o ano 2017, de acordo com Anésio Anselmo, carnavalesco da X-15, será pleiteada a atualização do valor do repasse, que há três anos tem sido de R$ 30 mil. A reivindicação é que o repasse ocorra até meados de janeiro.

Também será reivindicado os seguintes espaços para as escolas realizarem seus ensaios: Arenamix (X-15),  escola Marlene Noronha (Acadêmicos), Ginásio de Esportes ou Aden (Estação Primeira) e a escola Joaquim Marques (Unidos da Vila). 

Outra reivindicação será a melhoria da iluminação na avenida onde será realizado o desfile e pintura para melhor identificação do desfile, demarcação do local do início, do meio e do final do desfile, além de garantir som e arquibancadas para  o público assistir confortavelmente ao desfile.

Na sexta (25)  os dirigentes tentaram uma agendar para discutir o assunto com representantes do Prefeito eleito Ângelo Guerreiro ou, se possível, com o próprio prefeito eleito.

A expectativa do grupo é que o prefeito Ângelo Guerreiro  acene positivamente, “principalmente pela sua ligação com a cultura popular”, como a tradicional Cavalgada que realiza há mais de 15 anos no município. Eles observam ainda que a apresentação de escolas de samba passaram a ser tradição no município desde o mandato da prefeita Simone Tebet, hoje senadora.

Em relação aos ensaios, alega que só poderão iniciar após ter uma posição do novo prefeito sobre o repasse
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REME define inicio das aulas em 2017


  A rede municipal de ensino de Três Lagoas já definiu o início do ano escolar e do ano letivo para o próximo ano (2017).
 De acordo com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, Professora Jussara Fernandes as férias escolares devem acabar no final do mês de janeiro.

Conforme publicado na terça-feira (6) no Diário Oficial dos Municípios do Estado do Mato Grosso do Sul, o ano escolar iniciará no dia 1º de fevereiro de 2017 e o ano letivo no dia 13 do mesmo mês.

A pasta definiu que o ano escolar de 2017, nas unidades escolares da rede terá a duração de 206 dias, sendo 200 dias letivos; cinco dias de jornada pedagógica; dois dias destinados a exames finais.

Dia letivo é caracterizada como toda atividade programada, com data prevista no Calendário Escolar, com frequência exigível do aluno e efetiva orientação do professor. “Quando houver absoluta necessidade de interrupção de aulas, o cumprimento destas deverá ser efetivado em outro dia, alterando-se, assim, o Calendário Escolar”, define a publicação".

Com TAC vencido quiosque poderão ser demolido

Para desobstruir canteiros centrais da cidade e outras áreas públicas ocupadas por vendedores de lanche, o poder público municipal e o Ministério Público encontraram, há 10 anos, uma saída que, ao ver de muitos, não foi a melhor. Entretanto, na época considerada a possível. Através de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), concedeu-se o uso de área pública por uma década para que ambulantes construíssem quiosques em lugar determinado para venda de lanches e bebidas não alcoólicas. 
Não vale mais a pena discutir essa decisão que, agora, chega depois de dez anos, para uso de área pública. Para o poder público e os beneficiários, depois deste longo tempo cumpre, para o primeiro fazer valer o acordado, e aos detentores destas áreas devolvê-las ao município. Todos sabiam que este dia chegaria. 
O tempo é inexorável. Mas, pensando no jeitinho brasileiro, os usuários destas áreas públicas querem continuar a usá-las como delas fossem donos, praticamente apropriando-se do que é de uso comum de todos. 
Ontem houve impasse para a demolição de um destes quiosques na beira da Lagoa Maior. A ocupante da área resistiu, um vereador interveio e o caso foi para na polícia. Dez anos são mais do que suficientes para que se juntassem economias visando a aquisição de um trailer ou o até mesmo um moderno track food - hoje tão em moda para vender comida pronta, inclusive, lanches. 
O ajustado entre o município e o MP tem que ser observado, sob pena de se considerar doada área pública para os atuais detentores de quiosques em prejuízo da comunidade. 
Três Lagoas é uma cidade que se desenvolve e não pode continuar convivendo nas áreas públicas com estes quiosques de concepção arquitetônica de mal gosto que agridem o meio ambiente e ocupar espaço de uso comum dos moradores. Espera-se, que a lei seja cumprida e todos os quiosques demolidos para se recuperar o aspecto paisagístico das avenidas e logradouros públicos, incluída, a orla da Lagoa Maior, onde se encontram construídos

Inscrições para a Corrida de rua ‘O valor da Vida’ encerram no dia 15 de dezembro

Corrida faz parte da programação da 8ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho e Meio Ambiente da Fibria

ARQUIVO/JP
No ano passado, corrida teve mil inscritos

Por Ana Cristina Santos
Estão abertas as inscrições para a terceira edição da corrida de rua “O valor da Vida”. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas até o dia 15 de dezembro.
A corrida faz parte da programação da 8ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho e Meio Ambiente da Fibria.
As inscrições devem ser realizadas pelo site www.corridaovalordavida.com.br.De acordo com a empresa, para efetivar a inscrição, no dia 17 de dezembro, é necessário ir até o ponto de troca, localizado na Lagoa Maior, em frente ao Shopping Popular, das 14h às 20h.
Os inscritos também devem retirar os kits, que contém uma camiseta e número de peito, e para aqueles que forem participar da corrida, também será fornecido um chip para o controle de chegada.
No momento da efetivação da inscrição, o participante da modalidade Caminhada deve apresentar o comprovante que é gerado no hot site da corrida, e fazer a doação de cinco quilos de alimento não perecível, exceto sal. Já os inscritos na modalidade Corrida, devem levar um pacote de fralda geriátrica nos tamanhos G ou acima e uma lata de leite em pó.
Os alimentos arrecadados serão doados à Rede Feminina de Combate ao Câncer . Já as fraldas geriátricas serão doadas ao Lar dos Velhos Eurípedes Barsanulfo e, as latas de leite, para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Três Lagoas.

Mais de mil estabelecimentos comerciais são notificados pelo Corpo de Bombeiros


Falta do alvará de funcionamento e irregularidade na sinalização da saída de emergência foram os principais problemas no comercio , em Três Lagoas



Mais de mil estabelecimentos comerciais foram notificados pelo 5º Grupamento do Corpo de Bombeiros de Três Lagoas devido irregularidades, somente neste ano. Os principais problemas encontrados foram documentos vencidos e a falta da certificação para funcionamento, que é o alvará emitido pela corporação. Também foram encontrados extintores vencidos, ausência ou irregularidade na sinalização da saída de emergência, como também a falta de iluminação.
“Apesar dos casos simples, em uma situação de ocorrência, como de um incêndio, por exemplo, eles serão preponderantes para a evacuação do local e também da entrada da nossa equipe de combate a incêndios”, explicou o tenente do Corpo de Bombeiros, Samuel Pedrozo. Com o objetivo de orientar os comerciantes sobre as normas de segurança e promover fiscalização, os bombeiros iniciaram nesta quarta-feira (7) uma operação de vistorias em estabelecimentos comerciais da área central.
A operação segue até esta quinta-feira (8) e mais de 30 lojas devem ser fiscalizadas pelos militares.  O tenente ressalta que com a chegada das festas de fim de ano, o fluxo de pessoas no comércio aumenta, e os riscos também. Em um ponto comercial, por exemplo, o extintor estava colocado no lugar adequado, mas o problema era o acesso. Uma estante cheia de produtos para comercialização atrapalhava a passagem, o que comprometia o uso do extintor em caso de emergência.
O proprietário da loja destacou a importância da fiscalização. “É um trabalho que deve ser realizado sempre. Pelo menos se mantém a integridade de toda a área central”, declarou Ricardo Sampaio. Essa é a segunda vez, neste ano, que o Corpo de Bombeiros realiza vistorias em lojas. Na manhã desta quarta, um estabelecimento comercial foi flagrado funcionando sem a certificação.
De acordo com o tenente Samuel Pedrozo, as lojas serão notificadas e terão prazo de 30 dias para se adequarem às normas. Caso a situação não seja regularizada, o comerciante poderá ser multado e o estabelecimento comercial interditado. 

sábado, 15 de outubro de 2016

Educação perde R$ 10,5 bi no GOVERNO DILMA (PT) em 2015


O MEC (Ministério da Educação) perdeu R$ 10,5 bilhões, ou 10% do orçamento, em 2015, ano em que a presidente Dilma Rousseff escolheu o slogan "Pátria Educadora" como lema de seu segundo mandato. Cortes em programas, pagamentos atrasados e trocas de ministros marcaram o ano da pasta.
A presidente anunciou o lema já no primeiro dia de 2015, mas os problemas na área também apareceram depressa. Antes mesmo de oficializar o represamento de orçamento no âmbito do ajuste fiscal, a tesoura atingiu programas como o Fies (Financiamento Estudantil) e o Pronatec, as duas principais bandeiras de Dilma na área da educação durante as eleições de 2014.
Depois de uma expansão de financiamentos entre 2010 e 2014, o governo alterou as regras do Fies ainda nos últimos dias de 2014. Restringiu o acesso ao programa e chegou a adiar pagamentos a empresas educacionais. O ano fechou com 313 mil contratos, 57% menos do que o registrado em 2014.
Dados atualizados até sexta (1) mostram que a União gastou R$ 12 bilhões com o Fies em 2015, 16% menos do que os R$ 13,7 bilhões de 2014 --apesar de já haver mais contratos acumulados. No Pronatec, o início de novas turmas foi adiado no primeiro semestre e também houve atraso de pagamentos às escolas. O MEC defende que foi registrado 1,1 milhão de novas matrículas em 2015.
No decorrer do ano, outras iniciativas sofreram com a escassez de recursos, como o Mais Educação, voltado a escolas de tempo integral, e o PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola), que transfere verbas diretamente para as unidades. Bolsas de programas de iniciação à docência e de alfabetização também atrasaram. O corte na verba de custeio provocou reflexos nas universidades federais, que agonizaram com problemas de caixa. O MEC ainda teve de lidar com uma greve de cinco meses de duração dos professores universitários federais.

Longo prazo

Com dificuldade de arcar com os compromissos já existentes, a pasta viu a expansão de gastos com a educação, prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), ser ameaçada. Aprovado em 2014, o PNE estipula 20 metas para a educação em 10 anos e traz a previsão de ampliação dos recursos da área para o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no período. Atualmente, esse porcentual fica em torno de 6%.
Para o coordenador-geral da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação, Daniel Cara, o ano não foi bom para o setor. "Pensamos no início que a Pátria Educadora significaria o cumprimento do PNE dentro do primeiro mandato, mas o cumprimento neste ano foi ruim", diz. "O motivo foi o ajuste fiscal excessivo. O próprio governo impediu a realização de seu lema", completa.
O diretor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Luiz Carlos de Freitas, analisa que, embora tenha seu peso, a questão orçamentária não é o único problema enfrentado na área. "Em um ano de mandato estamos no terceiro ministro. A educação é uma área com um imenso passivo motivado pelo acúmulo histórico de falta de prioridade e investimento e há uma pressão muito grande para que os resultados apareçam logo. No entanto, não há atalhos para a boa educação", diz.
A primeira opção para o MEC no segundo mandato da presidente Dilma era o ex-governador do Ceará Cid Gomes. Ficou 76 dias no cargo e saiu após chamar o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, de achacador. Em seguida, assume o professor da USP Renato Janine Ribeiro, que fica cinco meses no MEC. Em outubro, é substituído por Aloizio Mercadante, que volta ao cargo que já havia ocupado entre 2011 e 2014.
De acordo com Janine Ribeiro, não foi possível prever que o golpe financeiro no MEC seria tão grande. "Em um ano sem dinheiro, fica um problema muito grande", diz ele, que defende a melhora nos gastos e critica o PNE. "O PNE é um plano de gastos, não é de melhora nos gastos. Passa a ter a crise e não se sustenta a expansão prevista."

Ações estruturantes

Em nota, o MEC defendeu que, mesmo com as restrições orçamentárias impostas pela necessidade do ajuste fiscal, foram preservados os "programas e as ações estruturantes do MEC". "Em 2015, foi dado mais um passo importante nesses 13 anos de governos que mantiveram o projeto educacional de compromisso com a ampliação do acesso e da permanência nos diferentes níveis de ensino e com a qualidade da educação", completa a nota. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.