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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Chapa FETEMS FORTE concorre à direção da FETEMS


Encerrou há pouco, o prazo para inscrições de chapas para concorrer a eleição da FETEMS( Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul).  

Durante o prazo de um mês houve somente uma inscrição para a disputa.
 No dia 28 de abril, a Chapa FETEMS FORTE registrou sua candidatura e será a única a concorrer
 às eleições para o quadriênio 2017/2021.

O pleito acontece no dia 1ºde junho das 8h às 18horas.
 Nos  municípios em que existam distritos haverá urna itinerante.
 Em outras localidades os afiliados devem votar na sede dos SIMTEDs
( Sindicatos Municipais dos Trabalhadores em Educação). Haverá urnas em 73 municípios.  

Só poderão votar os(as) Trabalhadores(as) em Educação que se filiaram, no mínimo, 
até três meses antes das eleições e que estiverem quites com a Secretaria de Finanças da FETEMS. 
O voto é em cédulas.

A chapa FETEMS FORTE é encabeçada pelo professor Jaime Teixeira,de Campo Grande,
 tendo como vice-presidenta a professora Sueli Veiga Melo, do município de Taquarussu. 
Nessa eleição há paridade entre homens e mulheres na chapa.

Ao todo, a eleição vai preencher 35 cargos na Direção Executiva e 14 vices-regionais.
 Haverá disputa em Dourados, Amambai e Corumbá para os cargos de vices –regionais. 
 A comissão eleitoral estima que 20mil afiliados estarão aptos a votar.
 Em 2014, na última eleição,14.300 afiliados votaram. 
As informações são do presidente da Comissão Eleitoral, Ezerral Bueno de Souza.   

“Vamos lutar para fazer valer nossas conquistas, como o Piso por 20horas e a eleição para diretores,
 por exemplo. 
A luta é estabelecer uma política salarial para os(as) administrativos,
 não permitir a terceirização através das OSs  e procurar implementar políticas de valorização e
 formação  dos trabalhadores em educação”, pontuou o candidato a presidente, professor Jaime Teixeira.
           
“Acredito que a eleição será em chapa única porque a atual gestão,
 presidida pelo professor Roberto Botareli, demonstrou competência nas estratégias adotadas para fazer 
valer o que era melhor para os trabalhadores e trabalhadoras em educação.
 Embora as decisões sempre sejam em colegiado, a atual gestão soube conduzir de forma pertinente
 as questões referentes à categoria”,
 avaliou a candidata à vice-presidenta da FETEMS, professora Sueli Veiga Melo.


Composição da Chapa FETEMS FORTE 

Direção Executiva 

Presidente –  Jaime Teixeira
Vice-presidenta – Sueli Veiga Melo
Secretaria Geral -  Ana  Maria Oliveira
Secretaria adjunta – Paulo Antônio dos Santos
Secretaria de Finanças – José Remijo Perecin
Secretaria Adjunta de Finanças – Ademir Cerri
Secretaria para Assuntos Jurídicos – Maria Aparecida Diogo
Secretaria de Formação Sindical – Onivan Correa
Secretaria de Assuntos Educacionais – Ludemar Solis Azambuja 
Secretaria dos Funcionários Administrativos – Wilds Ovando Pereira
Secretaria de Comunicação – Deumeires Batista de Moraes
Secretaria de Administração e Patrimônio  - Paulo Cesar Lima  
Secretaria de Política Municipal – Florêncio Garcia Escobar
Secretaria de Politicas Sociais – Amarildo do Prado
Secretaria  dos Aposentados e Assuntos Previdenciários  - Olinda Conceição da Silva
Secretaria dos Especialistas em  Educação Coordenadores  Pedagógicos – Sebastiao Serafim Garcia
Secretaria de Relações de Gênero –Maria do Carmo Drumond
Secretaria de Combate ao Racismo –Leuslânia Cruz de Matos
Secretaria de Saúde dos Trabalhadores em Educação –Iara Gutierrez Cuellar
Departamento dos Trabalhadores na Educação no Campo – Luis Carlos Valejo
Departamento de Educação Infantil – Luciana Ferriol de Matos

01º Suplente – Thereza Cristina Ferreira Pedro
02º Suplente –Diva Soares da Silva Gaia 
03º Suplente – Edson Granato 
04º Suplente –  Eleci Gonçalves Serra Leite 
05º Suplente – João Batista da Silva
06º Suplente- Luzenir Severo dos Santos
07º Suplente - Antônio Barbosa da Costa  

  
 Vices – Regionais 2017/2021

Campo Grande 
Renato Pires de Paula  
Rosana Aparecida de Carvalho Silva

Dourados 
Apolinário Candado
Rosilda Moura Carvalho

Três Lagoas
Valdenia  Almeida
Maria Inês Anselmo Costa

Paranaíba
Tânia Mara de Moraes
Ronilson Nogueira Machado

Coxim
Mara Nubia dos Santos Souza
José Luiz Ribeiro de Leon  

Aquidauna 
Jeferson  da Pádua Melo
José  Ávila Ferraz

Nova Andradina
Mauricio dos Santos
Geraldo Torrecilha Lopes

Tacuru
Jandir Carlos Dalliabrida
Elizeu Gomes da Silva   

Amambai
Olga Tobias Mariano
Suplente: Marli Charão Gomes Rosa

Navirai
José Luiz dos Santos
Maragareti  Macena  de Lima Brito

Jardim 
Elder Basso
Sandra Luiza da Silva Paniagua

Ponta Porã 
Edivaldo Nascimento
Antonio Carlos Martin Lopes

Corumbá
Luciene Magalhães Baracat
Antônio Celso Melo dos Santos     
 
Fátima do Sul 
Maria Jorge Leite da Silva(Mariquinha)
Jair Greco

CHAPA FETEMS FORTE - ELEIÇÃO 01 DE JUNHO DE 2017


Segundo o Vereador Reneé Venâncio a educação pública em Três Lagoas vem sendo sucateada de forma imoral nos últimos quatro meses.

Segundo o Vereador Reneé Venâncio "a educação pública em Três Lagoas vem sendo sucateada de forma imoral nos últimos quatro meses. Primeiro a prefeitura gastou 2,5 milhões de reais para alugar 13 ônibus escolares por 90 dias. Depois a prefeitura desativou a creche Clarinda Dias no Interlagos, sem oferecer outro local no mesmo bairro ou região para acolher as crianças desalojadas. Depois a prefeitura anunciou através da imprensa e das redes sociais um reajuste ilusório aos professores do município, porém, esse reajuste nunca foi concedido. Sem contar o caos da lama na rua do IFMS, onde 1200 pessoas entre alunos e professores passam todos os dias, e a prefeitura alega não ter recursos para resolver o problema.
Mas tudo que vai mal, pode piorar. Agora a prefeitura quer desativar a creche Clementina Carrato". 
A imagem pode conter: atividades ao ar livre
Algumas creches e escolas da Rede Municipal de Ensino de Três Lagoas estão tendo que vender pastel para comprar produtos de limpeza, pois os funcionários não estão mais conseguindo bancar do próprio bolso produtos para limpeza​ da escola. Com a segunda maior arrecadação 'per capta' do Estado, os pais, crianças e funcionários não deveriam passar por tamanho constrangimento". Completou!

Pacientes reclamam de demora no atendimento no CEM em Três Lagoas

Pacientes que procuraram a farmácia do Centro de Especialidades Médicas (CEM) de Três Lagoas, na manhã de quarta-feira (3), reclamaram da demora no atendimento. Por volta das 9 horas algumas pessoas tiveram de aguardar por quase uma hora e meia na fila.
É o caso do aposentado Reinaldo de Oliveira da Silva, de 72 anos que esperou por 01:hora e 20 minutos para conseguir os remédios que a mulher dele, de 86 anos, vítima de um AVC (acidente vascular cerebral), precisa. “Só consegui ser atendido porque uma moça cedeu o lugar. Minha mulher está sozinha em casa, ela não pode ficar tanto tempo assim sozinha”, diz. A moça a quem ele se refere é Mirian Gleice, de 20 anos, que estava na fila em busca de medicamentos para a sogra dela. “Não tem fila preferencial para os idosos. Chega uma pessoa mais nova, fala que vai pedir informação e acaba pegando o remédio primeiro. Se tem novos passando na frente, por que não ceder o lugar para quem é mais idoso?”, questiona.  “Eu já estou aqui há mais de uma hora. Eu posso esperar, mas e quem é mais idoso e está aqui na fila, no sol, sem informação, sem saber se tem medicamento?”, pergunta outro paciente, incomodado com a demora.
A falta de funcionários é um dos motivos do atendimento demorado. De acordo com a farmacêutica do CEM, Manoela Bazan, o trabalho é feito por dois funcionários: um na parte da manhã e outro na parte da tarde. Além disso, no período das 12h às 17h, o espaço fica sem farmacêutico. Por isso, os medicamentos controlados só podem ser retirados de manhã. A aposentada Dirce de Oliveira Lima sofre com essa situação. “Eu tenho certeza que não vou conseguir levar todos os remédios que preciso. Remédio controlado só pega na parte da manhã. Uma hora dessas (10h), já é tarde porque até ser atendido já passou da hora”, lamenta. 

com informações do JP

terça-feira, 2 de maio de 2017

Prefeitura de Três Lagoas volta a atender 8 horas por dia

Os servidores que trabalham nas unidades de saúde não modificarão os horários de atendimento
O prefeito de Três Lagoas, Angelo Guerreiro, assinou o decreto que será publicado na próxima terça-feira, 2 de maio de 2017, revogando o Decreto nº. 231, de 24 de outubro de 2013, que dispõe sobre a redução do expediente administrativo.
De acordo com documento, a parte administrativa da prefeitura, como o prédio localizado na Avenida Capitão Olinto Mancini, onde está o gabinete; as secretarias de Administração; Finanças, Receita e Controle; Saúde; Governo e Políticas Públicas e Diretoria de Compras e Licitação passarão a atender das 7h às 11h e das 13h às 17h.
As demais secretarias que ficam fora do prédio principal, como a de Meio Ambiente e Agronegócio, Educação e Cultura, Desenvolvimento Econômico, Sejuvel, Assistência Social, Infraestrutura, Transporte e Trânsito também irão seguir as mudanças para 8 horas, assim como os setores de atendimento ao público, como o de receita, tributação e fiscalização.
Os servidores que trabalham nas unidades de saúde não modificarão os horários de atendimento. Conforme artigo 2º. do decreto nº. 132, de 28 de Abril de 2017, o decreto entra em vigor a partir da data de sua publicação.

É LEI TER INTERVALO DE RECREIO NA ESCOLA?



O Artigo 34 da LDBN diz: Art.34 – A jornada escolar no ensino fundamental incluirá pelo menos quatro horas de trabalho efetivo em sala de aula, sendo progressivamente ampliado o período de permanência na Escola.
§1º.- ………………………………….…
§ 2.- O ensino fundamental será ministrado progressivamente em tempo integral, a critério dos sistemas de ensino.”
 O Parágrafo Segundo desse Artigo, deixa para os Sistemas de Ensino, por meio dos respectivos Conselhos de Educação, a responsabilidade de dizer como poderá ser cumprido esse tempo integral, devendo também, ser levado em conta o Plano Nacional de Educação. No conjunto da legislação vigente fica claro que a jornada obrigatória de quatro horas de trabalho no Ensino Fundamental não corresponde exclusivamente às atividades realizadas na tradicional sala de aula. São ainda atividades escolares aquelas realizadas em outros recintos, com frequência dos alunos controlada e efetiva orientação da escola, por meio de pessoal habilitado e competente, referidos no Parecer CNE/CEB 05/97 que, no seu conjunto, integram os 200 dias de efetivo trabalho escolar e as 800 horas, mínimos fixados pela Lei Federal 9394/96.
O fato do recreio ser considerado “ efetivo trabalho escolar” não é um entendimento novo. Já foi adotado quando da implantação da Lei 5.692/71 e o CFE, no Parecer 792/73, de 5-6-73, concluiu: ‘o recreio faz parte da atividade educativa e, como tal, se inclui no tempo de trabalho escolar efetivo…; e quanto à sua duração, ‘… parece razoável que se adote como referência o limite de um sexto das atividades (10 minutos para 60, ou 20 para 120, ou 30 para 180 minutos, por exemplo)’. Na prática, no entanto, encontramos atualmente, em diferentes Estados da Federação brasileira, interpretações variadas a respeito desse assunto. Na convenção coletiva dos trabalhadores no ensino do Pará ( SIMPRO-PA) a clausula sexta assim está expressa: “ é obrigatória a concessão de um intervalo de 15 ( quinze) minutos de recreio destinado exclusivamente ao descanso do professor, após o máximo de ( 03) aulas consecutivas, excluindo-se dessa norma os professores do curso de Educação Infantil”.
 Nos comentários, o documento enfatiza: “ usufrua sua hora de recreio… não permita que seu horário de recreio seja destinado para outros fins ( reuniões, etc.) Em São Paulo, a Indicação CEE nº. 09/97 registra: “São ainda atividades escolares aquelas realizadas em outros recintos, para trabalhos teóricos e práticos, leituras, pesquisas e trabalhos em grupo, concursos e competições, conhecimento da natureza e das múltiplas atividades humanas, desenvolvimento cultural, artístico, recreio (g.n) e tudo o mais que é necessário à plenitude da ação formadora, desde que obrigatórias e incluídas na proposta pedagógica, com freqüência do aluno controlada e efetiva orientação da escola, por meio de pessoal habilitado e competente. Essas atividades, no seu conjunto, integram os 200 dias de efetivo trabalho escolar e as 800horas, mínimos fixados pela Lei.” CEB002.
Querido inter nauta quero lhe informa, que os dados acima da CAMARA DE EDUCAÇÃO E CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL – BRASILIA -DF /ASSUNTO: Recreio como atividade escolar (refernte a indicação CNE/CEB2/2002 DE 04/11/2002 Relatora: Dr Silvia Figueredo Gouveia – Processo numero: 23001000204200214 PARECER N° 02/2003 /Colegiado CEB/ APROVADO EM 19/02/2003. Espero ter respondido sua pergunta. Qualquer coisa consulte a fonte. Boa sorte.

Fonte(s):

CAMARA DE EDUCAÇÃO E CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL – BRASILIA -DF /ASSUNTO: Recreio como atividade escolar (refernte a indicação CNE/CEB2/2002 DE 04/11/2002 Relatora: Dr Silvia Figueredo Gouveia – Processo numero: 23001000204200214/ PARECER N° 02/2003 /Colegiado CEB/ APROVADO EM 19/02/2003.


Hora do recreio é essencial para aprendizado escolar, sugere estudo

Uma pesquisa foi feita com alunos da terceira série nos EUA. Dentre 11 mil jovens, os que tinham recreio iam melhor na escola.
Crianças que se comportam mal na escola são muitas vezes punidas, sendo mantidas dentro da sala de aula durante o recreio. Porém, uma nova pesquisa mostra que o tempo livre ajuda a solucionar problemas comportamentais de dentro da classe.
Pesquisadores da Escola de Medicina Albert Einstein revisaram dados sobre aproximadamente 11 mil alunos da terceira série, coletados em 2002, como parte de um grande estudo, financiado pelo Departamento de Educação dos Estados Unidos, para determinar como a estrutura familiar, escola, comunidade e fatores individuais afetavam o desempenho escolar.
O estudo, publicado na semana passada no periódico médico “Pediatrics”, descobriu que cerca de uma em cada três crianças tinha menos de 15 minutos de recreio diariamente – ou nem isso. Em comparação com crianças que participavam regularmente dos horários livres, as que ficavam presas tendiam a ser negras, vir de famílias de baixa renda e de menos instrução e a viver em grandes cidades.
As crianças com pelo menos 15 minutos de recesso escolar tinham melhores notas que as outras nas avaliações comportamentais dos professores. Romina M. Barros, pediatra e professora-assistente da Albert Einstein, diz que os dados foram importantes, pois muitas escolas novas estavam sendo construídas sem os espaços livres adequados para estudantes.
“Temos que entender que as crianças precisam de uma pausa”, diz Barros. “Nossos cérebros podem se concentrar e prestar atenção durante 45 a 60 minutos, e com crianças esse tempo é ainda menor. Para que elas consigam adquirir todas as habilidades acadêmicas que queremos que aprendam, elas precisam de uma pausa para sair, liberar energia, brincar e ser sociais.”
Fonte: Portal da Educação Física

Após Sinted rejeitar proposta, Prefeitura segue diálogo em busca de acordo sobre reajustes


A reunião, que contou com secretários municipais, também teve a presença advogado do sindicato, Dr. Ronaldo Franco

SINTED-Reuniao Gab (1)
SINTED-Reuniao Gab (1)
Uma nova reunião foi realizada, nesta quinta-feira (27), entre secretários da Prefeitura de Três Lagoas e representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTED). O tom do encontro foi a continuidade do diálogo sobre o reajuste do salário da classe.
A proposta feita anteriormente pelo município foi aceita no primeiro momento pela representação do sindicato, por meio da presidente Maria Diogo e demais membros presentes na reunião, lavrada em ata e assinada por todos. Posteriormente, porém, o Sinted rejeitou o reajuste conforme definição em assembleia da categoria. Dessa forma, a Prefeitura de Três Lagoas entende que não descumpriu nenhum acordo.
Entenda o caso
Em dezembro de 2014, foi aprovada a lei 2.869, que compete um aumento gradativo aos professores anualmente. A questão é que a própria gestão naquele período não pôde cumprir com a mesma lei no ano seguinte. O cumprimento do escalonamento proposto na referida lei compromete o orçamento da Administração de forma insustentável.
Posicionamento da Prefeitura
A Prefeitura de Três Lagoas transmitiu ao Sinted e oficializou o interesse do Município em rediscutir os índices previstos na lei e tentar, assim, encontrar um consenso.
A insustentabilidade da referida lei é notória, inclusive pelo jurídico do Sinted, que observa a dificuldade dos municípios em enfrentar a atual crise econômica. “Existe uma crise no país e quem mais sofre com a crise é o município, por que ele é quem tem maior dificuldade em tributar”, ressaltou Cassiano Rojas Maia, secretário municipal de Finanças.
A Administração de Três Lagoas sinalizou o desejo de continuar as conversações e, por isso, responde ao ofício protocolado pelo sindicato questionando sobre a possibilidade de discutir os índices do reajuste a fim de encontrar um acordo que contemple a classe dos profissionais de educação e não comprometa o orçamento do município. A prefeitura aguarda a resposta da categoria.

Fonte: Diretoria de Comunicação