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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Aposentadoria de professores pode mudar com Reforma da Previdência

Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287, que prevê a Reforma da Previdência, coordenada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, foi enviada para o Congresso Nacional. Ao contrário do que se especulava, ela prevê a extinção das aposentadorias especiais. A idade para educadores e educadoras se aposentarem pode, então, ser igualada em 65 anos, assim como a dos outros trabalhadores (com exceção dos militares). Professores que até a data de promulgação da emenda tenham 50 anos ou mais e professoras com 45 anos ou mais poderão se aposentar após cumpridos 30 anos de contribuição, se homem, e 25 anos no caso das mulheres (desde que tenha cumprido um período adicional equivalente a metade do tempo que faltaria para atingir o tempo de contribuição anterior).
O intuito do governo federal é que mudanças nas regras de aposentadoria ajudem a diminuir os gastos públicos. No orçamento previsto para 2017, 562,4 bilhões de reais deverão ser usados em despesas correspondentes a gastos com pagamentos desse benefício trabalhista, bem como pensões e auxílios de trabalhadores e empregadores. O déficit esperado para o Regime Geral da Previdência (conhecido através do INSS) é de cerca de 181,2 bilhões de reais, segundo o Projeto de Lei Orçamentária Anual, divulgado pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.
Atualmente, trabalhadores do setor público e privado podem se aposentar com, no mínimo, 65 anos para homens e 60 para mulheres, ou por tempo de contribuição, 35 anos para homens e 30 para mulheres se esse valor, somado à idade da pessoa, corresponder a 85 e 95, respectivamente. Caso a proposta seja aprovada, só será possível parar de trabalhar após atingir a idade mínima de 65 anos. Além disso, o tempo mínimo de contribuição para a Previdência Social passará de 15 para 25 anos.
Até o momento, professores de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, policiais federais e civis dos Estados e cargos que se expõem a agentes nocivos à saúde têm direito à chamada aposentadoria especial. Essa separação decorre do fato de tais profissionais estarem expostos a trabalhos mais desgastantes ou arriscados. No caso dos docentes, a idade mínima é de 55 anos para homens e de 50 para mulheres. Já o tempo de contribuição mínimo para homens e mulheres é de 30 e 25 anos, respectivamente. Essa regra é válida para quem contribui pelo regime geral da Previdência, o que é o caso da maioria dos educadores da rede particular e pública.
A proposta da Reforma da Previdência inicia a tramitação pela Câmara dos Deputados. Agora, o Congresso deverá ouvir alguns setores da sociedade civil, como centrais sindicais, para que sejam analisadas mudanças no texto.   


Por que os docentes são um caso especial

Marta Vanelli, secretária geral da Confederação dos Trabalhadores em Educação (CNTE), órgão vinculado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), opõe-se às mudanças apresentadas. “Os professores têm uma luta histórica para conseguir ter 50% de sua carga horária para horas-atividade. Já conquistamos um terço, o que é um grande avanço. Entretanto, continuamos com salas superlotadas. É difícil e desgastante ficar responsável por até cinco turmas com 40 ou 50 alunos cada. Em uma manhã, o docente pode ter contato com até 250 crianças e adolescentes. Sem considerar uma segunda jornada”, diz Marta. Além disso, os professores precisam desenvolver algumas de suas tarefas fora do período de trabalho, como o planejamento de aulas e a correção de avaliações. “Por esses motivos, nas atuais condições, nenhum docente consegue ficar mais do que 25 anos em sala de aula. O governo compara a idade de aposentadoria daqui com as de outros países, mas as realidades são diferentes”.
Aumentar o tempo de trabalho dos professores pode acarretar ainda problemas na saúde deles. O Atlas de Gestão de Pessoas registrou que, no ano de 2012, na rede municipal de São Paulo, a quantidade de afastamentos superou o número de docentes em sala (para saber mais, leia a matéria de capa de NOVA ESCOLA sobre saúde mental do professor). “O governo pensa no lado financeiro da questão, mas parece desconsiderar ou ser insensível com as especificidades de cada profissão. O exercício de magistério acarreta desgaste físico e mental. Por isso, as mudanças podem ampliar o número de educadores doentes. Teoricamente, essas pessoas estão trabalhando, mas, na prática, estão readaptadas e fora da sala de aula”, diz Claudio Fonseca, presidente do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem).
Sobre igualar as idades de aposentadoria de homens e mulheres educadores, Marta também levanta argumentos contrários. “Na cultura machista em que vivemos, além de trabalhar fora de casa, em muitos casos a mulher é também a única responsável pela Educação e cuidado com os filhos e com a casa. Em algumas poucas famílias, esses cuidados são divididos, mas ainda são casos excepcionais. Se houvesse uma partilha justa de atividades domésticas entre homens e mulheres, poderíamos pensar em igualar as idades”, defende.

O tamanho do problema

Estima-se que, em 2017, o déficit da previdência chegue a 181,2 bilhões de reais. Caso a tendência seja mantida, essa conta pode fechar em 1 trilhão negativo em 2050. Com o envelhecimento da população, estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) preveem que, em 2060, 30% da população brasileira seja composta por pessoas com mais de 65 anos. Nesse cenário, 20% do PIB seria gasto com a previdência, segundo uma estimativa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em 2015, foram gastos 7,4%, com 8% da população com mais de 65 anos. Ou seja, haverá menos pessoas contribuindo para um sistema com um número muito maior de aposentados do que o atual. Dessa maneira, os custos dificultariam investimentos em outras áreas, como Saúde e Educação.
Outro argumento levantado pelo governo é que a média de idade de aposentadoria brasileira, 59,4 anos para homens (dados de 2015), está abaixo da média dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que foi de 64,2 anos em 2012.
Para Carlos Heitor Campani, professor de finanças do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o envelhecimento da população e o aumento da expectativa de vida já eram problemas previsíveis. “Os responsáveis pelo sistema foram extremamente negligentes ao longo do tempo e não agiram de forma eficiente para impedir o desastre atual”, diz. O economista defende que, em vez de se basear em outros países, o governo federal realize uma pesquisa robusta para que as mudanças se adequem ao padrão brasileiro. Para ele, o atual modelo e as novas propostas divulgadas até agora funcionarão apenas como medidas paliativas. “É claro que ações corretivas tais como idade mínima e extinção de super-aposentadorias são importantes, mas elas precisam ser acompanhadas de outras medidas que tornem o sistema verdadeiramente sustentável e não apenas empurrem a sujeira para debaixo do tapete, ou melhor, para algum governo futuro”, pondera.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Corpo de Bombeiros recebe jaquetas com airbag para motossocorristas

O Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul recebeu na última quarta-feira, 3, jaquetas com airbag para motossocorristas. 

A entrega foi realizada no Quartel do Comando Geral. Na ocasião, os militares receberam instrução de uso das jaquetas com sistema de proteção pneumático, para segurança durante as ocorrências.

O representante da Inflajack no Brasil, Milton Toshio Nakamura, instruiu os bombeiros motossocorristas sobre uso adequado do produto.

O sistema, inédito em Mato Grosso do Sul, já era analisado desde 2015, quando foram realizados testes diretamente com os militares. As vestimentas são antiabrasivas, resistentes a atritos e isolam a pele do motociclista em situações de derrapagem.

Atualmente, o serviço de motossocorrismo tem bases estrategicamente distribuídas em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. 

No interior, são sete motossocorristas atuantes em cada município, com escala de uma dupla por dia.

As viaturas de duas rodas, equipadas com materiais de primeiros socorros, são uma alternativa para dar mais agilidade aos atendimentos, permitindo a chegada mais rápida ao local da ocorrência.O Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul recebeu na última quarta-feira, 3, jaquetas com airbag para motossocorristas. 

A entrega foi realizada no Quartel do Comando Geral. Na ocasião, os militares receberam instrução de uso das jaquetas com sistema de proteção pneumático, para segurança durante as ocorrências.

O representante da Inflajack no Brasil, Milton Toshio Nakamura, instruiu os bombeiros motossocorristas sobre uso adequado do produto.

O sistema, inédito em Mato Grosso do Sul, já era analisado desde 2015, quando foram realizados testes diretamente com os militares. As vestimentas são antiabrasivas, resistentes a atritos e isolam a pele do motociclista em situações de derrapagem.

Atualmente, o serviço de motossocorrismo tem bases estrategicamente distribuídas em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. 

No interior, são sete motossocorristas atuantes em cada município, com escala de uma dupla por dia.

As viaturas de duas rodas, equipadas com materiais de primeiros socorros, são uma alternativa para dar mais agilidade aos atendimentos, permitindo a chegada mais rápida ao local da ocorrência.

Após reunião com o Governo e Conselho de Presidentes FETEMS delibera calendário de mobilizações e organização da luta




A sexta-feira (5) começou cedo para a comissão de negociação da FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) que esteve na SAD
 (Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização), com o secretário, Carlos Alberto Assis,
 para dar continuidade às negociações sobre o reajuste do Piso Salarial Nacional dos professores de
 janeiro, os 7,64%, a incorporação do abono de R$ 200 e 
a política de valorização dos administrativos em educação.
Logo após a reunião a comissão, que é formada pelo presidente, Roberto Botareli, a vice-presidenta,
 Sueli Veiga, o secretário de finanças, Jaime Teixeira, o secretário dos Administrativos em Educação, 
Wilds Ovando e o presidente da ACP-CG, Lucílio Nobre,
 seguiu para a FETEMS onde houve um Conselho de Presidentes com os representantes dos 
73 sindicatos filiados à Federação, para repasse das informações e definição dos rumos a serem tomados.
De acordo com o presidente da FETEMS, Roberto Botareli, as negociações seguem morosamente o que
 tem preocupado a entidade. “Foram inúmeras reuniões, muitas hipóteses de como poderia ser concedido
 o que temos garantido por duas legislações, a Lei do Piso Nacional e a Lei Complementar n° 200/2015,
 a desvalorização dos funcionários administrativos também segue e nós não temos visto outro caminho a não
 ser repassar aos nossos presidentes a situação e deixar que a nossa base delibere sobre como vamos
 proceder daqui em diante”, explicou.
Roberto Botareli disse ainda que a FETEMS optou pelo caminho da negociação, pois a judicialização
 e o embate são instrumentos da luta quando as portas se fecham. 
“Em nenhum momento o Governo cruzou os braços diante dos fatos, porém também não podemos
 esperar que o tempo corra e o que era direito nosso do início do ano simplesmente não aconteça.
 Nós não abrimos mão do que é nosso por direito e conquistado com muita luta”, disse.
Portanto, diante desse cenário, a vice-presidenta da FETEMS, Sueli Veiga, explicou que o Conselho 
de Presidentes deliberou que até o dia 12 de maio os 73 sindicatos da educação deverão realizar 
Assembleias Gerais com suas bases para repassar detalhadamente o cenário e no dia 19 de maio, 
pela manhã, haverá uma Assembleia Geral da FETEMS para deliberar, de acordo com a decisão da base,
 quais serão os próximos passos que a categoria irá tomar. “Vamos aguardar a decisão dos trabalhadores 
em educação, que será debatida nos sindicatos e daí vamos poder dizer como será a nossa mobilização
 daqui em diante”, conclui.
Outras Pautas
No Conselho de Presidentes a FETEMS também deliberou que estará presente em no “Ocupa Brasília”,
de 15 a 19 de maio, na luta contra as reformas da previdência e a trabalhista. A direção executiva e os 
sindicatos de base irão organizar a participação da delegação da educação de MS. 
Karina Vilas Boas - FETEMS

Chapa FETEMS FORTE concorre à direção da FETEMS


Encerrou há pouco, o prazo para inscrições de chapas para concorrer a eleição da FETEMS( Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul).  

Durante o prazo de um mês houve somente uma inscrição para a disputa.
 No dia 28 de abril, a Chapa FETEMS FORTE registrou sua candidatura e será a única a concorrer
 às eleições para o quadriênio 2017/2021.

O pleito acontece no dia 1ºde junho das 8h às 18horas.
 Nos  municípios em que existam distritos haverá urna itinerante.
 Em outras localidades os afiliados devem votar na sede dos SIMTEDs
( Sindicatos Municipais dos Trabalhadores em Educação). Haverá urnas em 73 municípios.  

Só poderão votar os(as) Trabalhadores(as) em Educação que se filiaram, no mínimo, 
até três meses antes das eleições e que estiverem quites com a Secretaria de Finanças da FETEMS. 
O voto é em cédulas.

A chapa FETEMS FORTE é encabeçada pelo professor Jaime Teixeira,de Campo Grande,
 tendo como vice-presidenta a professora Sueli Veiga Melo, do município de Taquarussu. 
Nessa eleição há paridade entre homens e mulheres na chapa.

Ao todo, a eleição vai preencher 35 cargos na Direção Executiva e 14 vices-regionais.
 Haverá disputa em Dourados, Amambai e Corumbá para os cargos de vices –regionais. 
 A comissão eleitoral estima que 20mil afiliados estarão aptos a votar.
 Em 2014, na última eleição,14.300 afiliados votaram. 
As informações são do presidente da Comissão Eleitoral, Ezerral Bueno de Souza.   

“Vamos lutar para fazer valer nossas conquistas, como o Piso por 20horas e a eleição para diretores,
 por exemplo. 
A luta é estabelecer uma política salarial para os(as) administrativos,
 não permitir a terceirização através das OSs  e procurar implementar políticas de valorização e
 formação  dos trabalhadores em educação”, pontuou o candidato a presidente, professor Jaime Teixeira.
           
“Acredito que a eleição será em chapa única porque a atual gestão,
 presidida pelo professor Roberto Botareli, demonstrou competência nas estratégias adotadas para fazer 
valer o que era melhor para os trabalhadores e trabalhadoras em educação.
 Embora as decisões sempre sejam em colegiado, a atual gestão soube conduzir de forma pertinente
 as questões referentes à categoria”,
 avaliou a candidata à vice-presidenta da FETEMS, professora Sueli Veiga Melo.


Composição da Chapa FETEMS FORTE 

Direção Executiva 

Presidente –  Jaime Teixeira
Vice-presidenta – Sueli Veiga Melo
Secretaria Geral -  Ana  Maria Oliveira
Secretaria adjunta – Paulo Antônio dos Santos
Secretaria de Finanças – José Remijo Perecin
Secretaria Adjunta de Finanças – Ademir Cerri
Secretaria para Assuntos Jurídicos – Maria Aparecida Diogo
Secretaria de Formação Sindical – Onivan Correa
Secretaria de Assuntos Educacionais – Ludemar Solis Azambuja 
Secretaria dos Funcionários Administrativos – Wilds Ovando Pereira
Secretaria de Comunicação – Deumeires Batista de Moraes
Secretaria de Administração e Patrimônio  - Paulo Cesar Lima  
Secretaria de Política Municipal – Florêncio Garcia Escobar
Secretaria de Politicas Sociais – Amarildo do Prado
Secretaria  dos Aposentados e Assuntos Previdenciários  - Olinda Conceição da Silva
Secretaria dos Especialistas em  Educação Coordenadores  Pedagógicos – Sebastiao Serafim Garcia
Secretaria de Relações de Gênero –Maria do Carmo Drumond
Secretaria de Combate ao Racismo –Leuslânia Cruz de Matos
Secretaria de Saúde dos Trabalhadores em Educação –Iara Gutierrez Cuellar
Departamento dos Trabalhadores na Educação no Campo – Luis Carlos Valejo
Departamento de Educação Infantil – Luciana Ferriol de Matos

01º Suplente – Thereza Cristina Ferreira Pedro
02º Suplente –Diva Soares da Silva Gaia 
03º Suplente – Edson Granato 
04º Suplente –  Eleci Gonçalves Serra Leite 
05º Suplente – João Batista da Silva
06º Suplente- Luzenir Severo dos Santos
07º Suplente - Antônio Barbosa da Costa  

  
 Vices – Regionais 2017/2021

Campo Grande 
Renato Pires de Paula  
Rosana Aparecida de Carvalho Silva

Dourados 
Apolinário Candado
Rosilda Moura Carvalho

Três Lagoas
Valdenia  Almeida
Maria Inês Anselmo Costa

Paranaíba
Tânia Mara de Moraes
Ronilson Nogueira Machado

Coxim
Mara Nubia dos Santos Souza
José Luiz Ribeiro de Leon  

Aquidauna 
Jeferson  da Pádua Melo
José  Ávila Ferraz

Nova Andradina
Mauricio dos Santos
Geraldo Torrecilha Lopes

Tacuru
Jandir Carlos Dalliabrida
Elizeu Gomes da Silva   

Amambai
Olga Tobias Mariano
Suplente: Marli Charão Gomes Rosa

Navirai
José Luiz dos Santos
Maragareti  Macena  de Lima Brito

Jardim 
Elder Basso
Sandra Luiza da Silva Paniagua

Ponta Porã 
Edivaldo Nascimento
Antonio Carlos Martin Lopes

Corumbá
Luciene Magalhães Baracat
Antônio Celso Melo dos Santos     
 
Fátima do Sul 
Maria Jorge Leite da Silva(Mariquinha)
Jair Greco

CHAPA FETEMS FORTE - ELEIÇÃO 01 DE JUNHO DE 2017


Segundo o Vereador Reneé Venâncio a educação pública em Três Lagoas vem sendo sucateada de forma imoral nos últimos quatro meses.

Segundo o Vereador Reneé Venâncio "a educação pública em Três Lagoas vem sendo sucateada de forma imoral nos últimos quatro meses. Primeiro a prefeitura gastou 2,5 milhões de reais para alugar 13 ônibus escolares por 90 dias. Depois a prefeitura desativou a creche Clarinda Dias no Interlagos, sem oferecer outro local no mesmo bairro ou região para acolher as crianças desalojadas. Depois a prefeitura anunciou através da imprensa e das redes sociais um reajuste ilusório aos professores do município, porém, esse reajuste nunca foi concedido. Sem contar o caos da lama na rua do IFMS, onde 1200 pessoas entre alunos e professores passam todos os dias, e a prefeitura alega não ter recursos para resolver o problema.
Mas tudo que vai mal, pode piorar. Agora a prefeitura quer desativar a creche Clementina Carrato". 
A imagem pode conter: atividades ao ar livre
Algumas creches e escolas da Rede Municipal de Ensino de Três Lagoas estão tendo que vender pastel para comprar produtos de limpeza, pois os funcionários não estão mais conseguindo bancar do próprio bolso produtos para limpeza​ da escola. Com a segunda maior arrecadação 'per capta' do Estado, os pais, crianças e funcionários não deveriam passar por tamanho constrangimento". Completou!

Pacientes reclamam de demora no atendimento no CEM em Três Lagoas

Pacientes que procuraram a farmácia do Centro de Especialidades Médicas (CEM) de Três Lagoas, na manhã de quarta-feira (3), reclamaram da demora no atendimento. Por volta das 9 horas algumas pessoas tiveram de aguardar por quase uma hora e meia na fila.
É o caso do aposentado Reinaldo de Oliveira da Silva, de 72 anos que esperou por 01:hora e 20 minutos para conseguir os remédios que a mulher dele, de 86 anos, vítima de um AVC (acidente vascular cerebral), precisa. “Só consegui ser atendido porque uma moça cedeu o lugar. Minha mulher está sozinha em casa, ela não pode ficar tanto tempo assim sozinha”, diz. A moça a quem ele se refere é Mirian Gleice, de 20 anos, que estava na fila em busca de medicamentos para a sogra dela. “Não tem fila preferencial para os idosos. Chega uma pessoa mais nova, fala que vai pedir informação e acaba pegando o remédio primeiro. Se tem novos passando na frente, por que não ceder o lugar para quem é mais idoso?”, questiona.  “Eu já estou aqui há mais de uma hora. Eu posso esperar, mas e quem é mais idoso e está aqui na fila, no sol, sem informação, sem saber se tem medicamento?”, pergunta outro paciente, incomodado com a demora.
A falta de funcionários é um dos motivos do atendimento demorado. De acordo com a farmacêutica do CEM, Manoela Bazan, o trabalho é feito por dois funcionários: um na parte da manhã e outro na parte da tarde. Além disso, no período das 12h às 17h, o espaço fica sem farmacêutico. Por isso, os medicamentos controlados só podem ser retirados de manhã. A aposentada Dirce de Oliveira Lima sofre com essa situação. “Eu tenho certeza que não vou conseguir levar todos os remédios que preciso. Remédio controlado só pega na parte da manhã. Uma hora dessas (10h), já é tarde porque até ser atendido já passou da hora”, lamenta. 

com informações do JP